Espaço dedicado ao Departamento de Missões da Igreja Assembléia de Deus do Alto do Iguaçu - Ipatinga-MG. Será destacado posts com mensagens, idéias, vídeos e particularidades dos trabalhos realizados. Compartilhemos idéias, a obra é do Senhor! Fiquem à vontade.
------------------------------//--------------------------------//------------------------------//--------

sábado, 14 de abril de 2012

DAI-LHES VÓS DE COMER


“Dai-lhes vós de comer” Mc. 6.37

A fome é um sintoma de requerimento energético de um indivíduo. É um sinal de que o nosso corpo está necessitando de alimentos para suprir as necessidades vitais. É um termo comumente usado para referir a casos de má-nutrição ou privação de comida, alterando a quantidade e distribuição dos compartimentos corporais, clinicamente chamado de desnutrição.
            A desnutrição pode ser tanto primária quanto secundária. A primária compreende a inadequação da ingestão alimentar enquanto a secundária envolve a primária, associada a doenças, alterações nas necessidades, metabolismo e absorção de nutrientes. Essa subnutrição energético-protéica pode ser aguda (Kwashiorkor) ou crônica (Marasmo).
            Diante desse assunto, observa-se, dentro do campo missionário, a situação de crianças, jovens e adultos vivendo esse quadro. A imagem de uma criança raquítica, pequena, pele e osso que, de imediato, vem à memória, é um triste e real estado de Marasmo.
            O Marasmo é o estágio final do processo de caquexia, em que quase todo o estoque de gordura se esgota. Dura meses ou anos e o exame clínico demonstra uma aparência de definhamento, com peso menor que 80% de adequação. Se houve expressão de espanto ou pensamento assustador, você está compreendendo onde desejo chegar.
            Nos noticiários há relatos frequentes sobre a grande fome em países pobres, imagens dramáticas aguçam nosso emocional, campanhas de solidariedade são realizadas com o objetivo de amenizar a situação, muitos choram por pena, outros se conformam dizendo que a culpa é do próprio ser humano, outros ousam em dizer que isso é necessário acontecer para que se cumpram as profecias bíblicas, mas poucos se disponibilizam em agir.
            Amar, se emocionar, compadecer-se ou até mesmo se revoltar diante disso é algo comum, porém de nada vale se não houver ação. “Se sabeis essas coisas, bem-aventurados sois se as fizerdes” (Jo 13.17). Toda a caridade em palavras não trás benefício a ninguém, nem mesmo ao que a pronuncia, pois estará agindo de hipocrisia. A ordenança em “dar-lhes de comer” não requer discurso emocional.
            Muitos se limitam a pensar que cumprir o Ide do Senhor está associado em apenas pregar a Palavra. Pessoas vão aos mendigos, andarilhos e moradores de rua e tentam fazê-los compreender a amor de Deus Pai, mas o fazem de forma errônea. A atitude de Jesus em Marcos 6.30-44 demonstra isso. Poderia Ele dispensar o povo para que procurasse alimento, mas, em sua suprema sabedoria, sabia que haveria impacto maior demonstrando que Deus também se preocupa com nosso corpo, morada do Espírito Santo.
            Angelis e Tirapegui relataram em seu amplo estudo contido no livro Fisiologia da Nutrição Humana, (2007), que quando a excreção é maior que a ingestão, o organismo começa a trabalhar com as reservas, levando a deficiências nutricionais, imunológicas e psicológicas, além do fato de dificultar a capacidade de aprendizagem e compreensão deste indivíduo. Isto levanta um questionamento compreensível: Como alcançarei resultado diante a Palavra ministrada quando, clinicamente falando, todo um corpo luta para não ir a óbito?
Deus não precisa de heróis que possam erradicar a fome de todo o mundo, mas sim de humanos que ajam, declarando o amor às almas e aos corpos no qual elas pertencem.
            - “Como Deus me ama se Ele me deixa aqui passando fome?” – “Deus te ama tanto que me despertou para que trouxesse comida pra você”. Será que agindo assim as possibilidades de falar do Amor do Senhor aumentam?
            “A quem enviarei e quem há de ir por nós? Eis me aqui. Envia-me ali” Então “Dai-lhes vós de comer”.
           
Ferdinando Teodoro Soares
Acadêmico de Nutrição
Coordenador das Missões Boas Novas – Alto do Iguaçu

Novos Banner's para nossos cultos

- Alguém duvida que seja?



- Ide e Fazei Discipulos!




É hora de fazeer Missões, a seara está madura!



- Abrace essa Obra! O Senhor conta conosco!



E aí, gostaram?! Espero que sim!

Vai tudo bem contigo [?]


"Ela partiu e chegou aonde estava o homem de Deus, no monte Carmelo. O homem de Deus, vendo-a de longe, disse ao seu servo Giezi: Aí vem a sunamita; corre-lhe ao encontro e pergunta-lhe se ela vai bem, como vai o seu marido e o seu filho. Ela respondeu: Tudo vai bem". II Reis 4.25,26

Havia na cidade de Suném uma mulher muito rica, de bom coração e que tinha o hábito de receber em sua casa o profeta Eliseu quando, em suas constantes viagens, ele passava pela cidade. A amizade entre o profeta e a familia da mulher era tal, que ela e seu marido decidiram construir um quarto para que o homem de Deus se hospedasse com mais conforto.

Eliseu ficou ficou tão bem impressionado com a hospitalidade que recebeu, que decidiu oferecer um presente à sua anfitriã. Ele perguntou se a mulher necessitava de algo, ou de algum favor do Rei, pois como pessoa influente que era, poderia ajudar se houvesse alguma questão para ser resolvida junto à corte. Mas como a sunamita fazia tudo de coração, sem desejar nada em troca, ela não quis nenhum presente: "...Eu tenho tudo o que preciso aqui no meio do meu povo". II Reis 4.13, respondeu ela ao profeta.

Eliseu lembrou-se de que ela não tinha filhos, o que era sinal de maldição para as familias naquela época. Então ele profetizou que dentro de um ano, a mulher daria à luz a uma criança. No tempo marcado, o menino nasceu. Ele cresceu e trouxe para aquela familia toda alegria que uma criança pode levar à uma casa.

Um dia, algo terrível aconteceu: O menino ia encontrar-se com o seu pai, que estava trabalhando no campo, quando passou mal. Ele foi levado até à sua mãe, mas seu estado era muito grave e ele morreu.

Imediatamente, a mulher pôs o menino no quarto do profeta, trancou a porta, e foi buscar a ajuda dele. Seu marido, que ainda não sabia da morte do filho, estranhou a movimentação e perguntou: "Por que vais ter com ele hoje? Não é lua nova, nem sábado. Fica tranqüilo, respondeu ela". II Reis 4.23 Ao se encontrar com Geasi, ajudante de Eliseu, que lhe perguntou sobre a família e o filho ela respondeu: "Vai tudo bem".

Como vai tudo bem? Seu filho estava morto e qualquer mãe sabe que isto não é nada bom. Mas o que sustentava a sunamita era saber que aquele filho foi um presente de Deus e que tudo estava debaixo do controle do Senhor dos Exércitos. Esta confiança fez com que ela olhasse para além da amargura de seu coração ferido e contemplasse a vitória que Deus lhe havia reservado.

Toda a mãe quer ver o seu filho saudável, com um bom emprego, e uma ótima reputação na sociedade. Mas muitas que não alcançaram este objetivo não têm condições de responder com a fé da sunamita: "Vai tudo bem", quando lhes perguntam sobre a sua família.

Aquela mulher apresentou-se diante de Eliseu e derramou toda a amargura de seu coração: "Pedi eu porventura um filho ao meu senhor? Não te disse que não zombasses de mim?". II Reis 4.28. Ela não se importou com os que estavam ao seu redor, seu desejo era ter seu filho vivo e sadio em seus braços.

O profeta foi à casa da mulher e ali rogou a Deus, que ressuscitou o menino. Neste momento ela louvava a Deus, que contemplou a sua fé e atendeu às suas orações.

Esta bênção é privilégio exclusivo de algumas pessoas. Você que está angustiado pelo seu filho, também pode abrir o seu coração diante de Deus, contar a ele todo o seu sentimento e clamar pela restauração de sua vida e de sua família. Apegue-se a Deus, tenha fé no seu poder e mesmo no meio da maior tempestade, você poderá dizer que está tudo bem e alcançar a vitória, porque a sua confiança estará firmada no Deus todo poderoso. Vai tudo bem contigo? Sim, com Cristo, tudo vai bem.

Fonte: http://compartilhandopalavras.blogspot.com.br/2010/02/vai-tudo-bem-contigo.html



sábado, 18 de fevereiro de 2012

UM TEMPO PARA REFLEXÃO

"O que o tempo faz não é tão importante como o que fazemos do tempo" (Missionário Silvio R. Tomáz)

 Quando estamos envolvidos com missões aprendemos mais do ensinamos, recebemos mais do que doamos, amamos mais do que somos amados e, por incrível que pareça, nos apegamos mais que renunciamos. Isto é, aos trabalhos que realizamos, as pessoas com quem trabalhamos e aos esforços com que lutamos. Recebemos amor de inúmeras pessoas, muitas das quais nunca vimos. Aprendemos que servir não é atender uma solicitação, há muitos que servem sem serem solicitados (e/ou até notados). Aprendemos que pessoas nao devem ser disputadas e que nossas familias não são nossos dependentes, são nossa continuidade. Ninguém odeia sua carne. É importante entender que o tempo não produz mudanças... As mudanças é que dependem do tempo.

Deeus vos Abençoe!